Edição 23

Conselho Regional de Fonoaudiologia do Estado de São Paulo - 2ª Região

5º Colegiado

Diretoria

  • Presidente
  • Irene Queiroz Marchesan
  • Vice-presidente
  • Ana Maria Maaz Acosta Alvarez
  • Diretor-Secretário
  • Jaime Luiz Zorzi
  • Diretora-Tesoureira
  • Mari Ivone Lanfredi Misorelli
  • Conselheiros
  • Adriana Dutra Drigo
  • Adriana Tessitore
  • Ana Maria Maaz Acosta Alvarez
  • Aparecida de Fátima Liberato Caetano
  • Déborah Basile Rolim
  • Esther Mandlebaum Gonçalves Bianchini
  • Heline Machado Rodrigues Valente
  • Irene Queiroz Marchesan
  • Isabel Gonçalves
  • Jaime Luiz Zorzi
  • Marcia Regina Gama
  • Mari Ivone Lanfredi Misorelli
  • Maria Aparecida do Nascimento
  • Maria Emília Penhabel da Silva Camargo
  • Maria Inês Beltrat Comacchioni Rehder
  • Maria Thereza M.Carneiro de Rezende
  • Mônica Villaça Sevestre
  • Olga Kashina Rebello da Silva
  • Renata Rangel Azevedo
  • Silvia Maria Rebelo Pinho
  • Delegada Regional da Baixada Santista
  • Ana Paula Machado Goiano Mac Kay
  • Delegada Regional de Marília
  • Célia Maria Giacheti
  • Delegada Regional de Ribeirão Preto
  • Marília Montoro Cardoso dos Santos

Órgão Oficial de Comunicação do Conselho Regional de Fonoaudiologia do Estado de São Paulo - 2ª Região.

  • Comissão de Divulgação
  • Márcia Regina Gama
  • Adriana Tessitore
  • Maria Emília Penhabel da Silva Camargo
  • Redatora/Editora e Assessora de Imprensa:
  • Lourdes Augusto - Mtb. 14.650

Fotografia: xxxxxxxxx

Ilustração: Vicente Mendonça

Anúncios: Fábio L. Almeida Neves

Diagramação/Editoração Eletrônica e Fotolito: Dmag

Impressão: Prol Editora Ltda

Tiragem: 7.000 exemplares

Periodicidade: Bimestral

  • Redação: Rua Dona Germaine Burchard, 331
  • CEP 05002-061 - São Paulo
  • Fone/Fax: (011) 3873-3788

As opiniões emitidas em matérias assinadas, bem como os anúncios, são de inteira responsabilidade de seus autores. Os textos aqui impressos poderão ser reproduzidos, desde que mencionada a fonte.

Editorial

De grão em grão a Fonoaudiologia cresce

Missão: escrever um editorial. Alguma vez você já escreveu um? Isto me fez lembrar de editais. Eu, no máximo, escrevi editais de convocação para alguma coisa. São sempre curtos e objetivos. Convoco para prestar concurso, para reunião, e assim por diante. E agora, o que escrever em um editorial destinado a quase 7000 fonoaudiólogos? E que não é para convocar ninguém! Imagine-se nesta situação. O que você escreveria? Pensa, pensa e pensa.

Heureca! É isto... Por que não aproveitar a ocasião e convocar todo mundo para fazer o melhor conselho do mundo? Que pretensão! Mas, por que não tentar? Precisamos sonhar sempre alto para que as coisas dêem certo.

Partindo desta idéia, talvez um tanto maluca, comecei convocando os funcionários para saber por que motivos vocês, fonoaudiólogos, mais consultam este Conselho. Foi fácil descobrir: são muitos os telefonemas e cartas que aqui chegam solicitando os mais diversos tipos de esclarecimentos e orientações.

Ficamos surpresos quando os funcionários nos pediram que esclarecêssemos, via Jornal do Conselho, para que serve um Conselho! Imaginem, tem muita gente que desconhece as funções e possibilidades de ação do principal órgão representativo de sua categoria. Como os Conselhos foram criados essencialmente para fiscalizar, eu pensei: para que mais o fonoaudiólogo gostaria que seu Conselho servisse, além da função inicial de fiscalizar?

Com certeza, seu desejo é que nós, que estaremos por aqui nos próximos três anos, façamos alguma coisa para você, especialmente. Mas, exatamente o que? Já entramos aqui com muitas idéias sobre o que fazer. Vocês podem ter certeza absoluta disto. Basta verificar nossa plataforma. Uma de nossasprincipais metas é que o Conselho possa ajudá-lo a resolver suas dúvidas e questionamentos profissionais. Para tanto, já contamos com três fonoaudiólogas que se revezam permanentemente para tentar responder, de imediato, por telefone, ou pessoalmente, suas dúvidas.

Mas, voltando ao ponto principal: o que mais você espera do seu Conselho?

"Gostaria disto, disto e daquilo..." Aposto que sua cabeça foi a mil. Você pensou muitas coisas que desejaria ver realizadas. Talvez não seja impossível vê-las acontecendo. Mas, como não somos adivinhos, pedimos que vocês nos escrevam, passem fax, e-mail, telefonem, ou venham pessoalmente trazer, para nós, seus desejos e idéias. Com certeza você, que está lendo este editorial, gostando dele ou não, já teve, no mínimo, uma idéia. Não a perca, envie-a para nós. De nossa parte, por exemplo, já estamos pensando na elaboração de um cadastro de consulta profissional, com o nome e endereço de entidades ou instituições que prestem atendimentos fonoaudiológicos e de áreas afins, como é o caso das clínicas das universidades e das APAES. Um guia que também pudesse dar informações a respeito de escolas, públicas ou particulares, que atendam uma clientela com dificuldades de comunicação e aprendizagem. Enfim, um cadastro que também contivesse o nome de todos os profissionais de fonoaudiologia para que você soubesse quem são seus colegas, o que fazem, com que trabalham e onde encontrá-los.

Imagine-se, por exemplo, recebendo um paciente que apresenta um problema com o qual você não está familiarizado e que, de seu ponto de vista, deveria ser encaminhado para um especialista no assunto, de preferência próximo da região em que o paciente reside. Para quem encaminhar? Quem pode ter tal tipo de informação? Ou, caso você atenda um paciente que necessita ser encaminhado para uma escola especializada, ou mesmo uma escola comum mas que lide com problemas de aprendizagem, como e onde obter uma referência ou indicação? Em casos como estes, quem poderia ajudar? Atualmente, frente a situações destes tipos, ficamos como que perdidos, sem obtermos referências precisas. Porém, as coisas podem vir a ocorrer de uma forma diferente:o Conselho pode ser sua central de informações e referências. Basta você nos ajudar para organizarmos estes dados de uma forma sistemática. Agora, aqui dentro do Conselho, somos somente 23 fonoaudiólogos trabalhando, e trabalhando duro. Como é que nós, que somos tão poucos, poderíamos saber quais são, e onde se encontram, os hospitais, instituições, associações voltadas para portadores de deficiências, creches, asilos, escolas, clínicas e fonoaudiólogos que trabalham com os diversos problemas ligados à área da fonoaudiologia?

Para criarmos este imenso banco de dados, precisamos de sua ajuda. Se cada um de nós informarmos o que sabemos, e isto dá tão pouco trabalho, poderemos juntar os dados isolados e criarmos grandes bancos de dados. Desta forma, quando você nos perguntar alguma coisa, não vai mais acabar dizendo: "Este Conselho não serve para nada mesmo". A partir das informações que foram dadas por pessoas dispostas a ajudar (entre as quais você está incluída) você poderá obter as respostas que precisa. Um Conselho é feito por todos nós e não apenas por 23 pessoas.

O mais importante é que, nesta gestão, pretendemos fazer coisas, muitas vezes consideradas pequenas - a vida é feita de coisas pequenas -, mas que ajudam demais a quem enfrenta o dia-a-dia de consultórios e outros centros de atendimento. Queremos, com este editorial, meio edital, convocá-lospara, efetivamente, fazerem parte desta nossa gestão. Agora, vamos sonhar alto. Você poderá ter, no seu consultório, um guia contendo toda esta gama de informações que apontamos, para sua livre consulta, sem precisar recorrer ao Conselho, uma vez que elas já estarão em suas mãos. E o melhor de tudo, sabendo que você ajudou aconstruir este banco de dados, pois somente através das suas informações, que são importantíssimas, o mesmo poderá ser concretizado. E mais, você fará isso sem sentir-se obrigado. Vai ajudar a todos pois estará também ajudando a si mesmo.

Comece hoje mesmo a preparar seu cadastro: inicie com seu nome, o bairro e a cidade em que você trabalha. Discrimine quais os tipos de problemas com os quais você mais trabalha. Não se esqueça de começar a listar as instituições que você conhece: centros de atendimento (como as clínicas dos cursos de fonoaudiologia); associações (como as APAES); hospitais que realizem atendimentos; escolas que aceitam crianças com problemas de linguagem e aprendizagem além dos problemas motores. Se você se lembrar de algo mais que considere importante, também coloque. São informações deste tipo que iremos organizar e devolver para você.

Quando alguém nos procurar perguntando onde pode encontrar uma fono que trabalhe com distrofia muscular, por exemplo, vamos poder indicar a " Fga Alice que trabalha em Santana" e que não é a Alice do País das Maravilhas: ela é real mesmo. Que coisa boa! Além de podermos saber, de fato, com que tipos de problemas e em que áreas de atuação os fonoaudiólogos paulistas estão trabalhando, ajudando, assim, os colegas que nos perguntam, vamos poder ajudar a toda a população. Sabem por que? Por que tem muita gente que nos procura perguntando sobre fonoaudiólogos nos bairros em que residem, querendo indicação de locais para fazerem audiometria, e assim por diante. O cadastro que estamos propondo com a ajuda de vocês virá ao encontro destas necessidades ou solicitações. Por isso é importante conhecermos os tipos de problemas com que vocês trabalham.

Vamos retomar as idéias iniciais deste editorial. Além de convocar todo mundo para participar deste cadastro, que ajudará a todos os que trabalham, volto a convidar , todos vocês, a darem outras sugestões a respeito do que desejariam ver realizado nos próximos três anos. Aceitamos reclamações, mas lembrem-se, se em vez de reclamações surgirem coisas boas, vai ser mais fácil trabalharmos e devolvermos coisas boas para todos. "De grão em grão a galinha enche o papo". Quem não conhece este ditado? Nossa gestão não é, simplesmente, para vocês: é com vocês. Diretamente. Confiem e ajudem.

Estamos investindo para acertarmos, e temos certeza de que conseguiremos, pois trabalharemos juntamente com todos aqueles que acreditam que se pode construir. Eu, pessoalmente, quero gastar toda a minha energia, que não é pouca, para construir algo bom. Nem um minuto destes três anos vamos gastar no sentido de perder tempo destruindo. Nadinha. Só construindo.

Quem me conhece sabe que tenho 21 anos de trabalho dedicados à fonoaudiologia. Que já criei e construi muita coisa para todos nós fonoaudiólogos. Nunca fiz sto sozinha. Este trabalho todo só tem sido possível juntando forças. Agora vamos longe, pois vou juntar minhas forças, que como já disse, não são pequenas, com a força de todo vocês, colegas de profissão. Não sei até onde poderemos ir, pois dependo de vocês. Mas, de uma coisa eu tenho certeza, iremos longe, disto não tenho dúvidas . E não quero que vocês tenham dúvidas. Conto com vocês. Espero-os para conversarmos e trocarmos idéias. Eu e os outros conselheiros, estamos aqui, na "Casa do Fonoaudiólogo" te esperando, ou sua carta, com estas preciosas informações que, só você, pode nos dar.

Confiamos em você

Irene Queiroz Marchesan

Presidente do CRFa 2ª Região

Edição 23

 

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