Paralisia Facial: o papel da Fonoaudiologia

Na última edição do Fantástico de 19 de junho foi veiculada uma reportagem sobre o cantor Justin Bieber, que está em tratamento para Paralisia Facial Periférica (PFP). O programa da Rede Globo conversou com especialistas para explicar os primeiros sintomas e os tratamentos disponíveis no Brasil. No entanto, não citou a importância do trabalho do fonoaudiólogo no tratamento da síndrome, sendo que a atuação desse profissional possibilita a redução significativa das alterações decorrentes, buscando favorecer o bem-estar e a harmonia física, psíquica e social.

Entendemos que a fisioterapia tem um trabalho na área de PFP consolidado há bastante tempo. Porém, destacamos que a terapia fonoaudiológica vem se destacando no tratamento da PFP nos últimos anos, pois a imobilidade dos músculos da face interfere significativamente na fala, sucção, mastigação e deglutição, funções tradicionalmente avaliadas e reabilitadas pelo fonoaudiólogo.

Com isso, acreditamos que o tratamento para PFP é sempre interdisciplinar e cada caso deve ser avaliado na sua singularidade, de acordo com as queixas e sintomas, que são únicos de cada paciente.

Inclusive, o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa) reconheceu, por meio de Resolução, a motricidade orofacial como campo da Fonoaudiologia, responsável pela avaliação, diagnóstico e reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofacial e cervical.

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